quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Eu me remexo muito!

Não sei dizer se é a idade, fase da vida, piti, “ar de tiriba”, momentos passageiros, mas ultimamente ando tendo uma vontade meio descomunal de botar o corpo pra funcionar.
Não simplesmente me exercitar, ou sair correndo e pulando por aí, mas uma vontade de subir no muro, pular na grama e rolar, subir em cima da mesa e dançar igual a um demente. Pular a janela e me jogar no tanque do meu avô de barriga. Botar uma música bem alta e escutá-la ao longo de uma corrida alucinante no meio da rua. Pular por cima de um carro e me pendurar na traseira de um caminhão. Trepar numa placa e saltar para a sacada de alguma casa ou prédio. Pular para o quintal e fugir desesperado de um pitbull. Passar correndo desesperado por uma multidão insuportável e desviar de todo mundo sem perder o embalo. Roubar uma moto e sair em alta velocidade de pé em cima dela e voar direto para uma piscina de bolinha. Sair me arrastando e pular direto numa cama elástica e voar para fora dela caindo em cima de uma mesa cheia de comida. Fugir dos seguranças do local pelas escadas rolantes e entrar no elevador. Sair do elevador pela saída do teto e escalar os cabos até o último andar. Chegar lá e descer o prédio no maior estilo Homem Aranha. Descer por cada janela e cumprimentar quem aparece por lá. Quando chegar na calçada gritar alto e continuar correndo. Voar com os dois pés no peito do cara fantasiado de Coelhinho da Páscoa. Pegar as balas dele e entrar no mercado. Jogar-me na pilha de latas de ervilha ou na de Leite Condensado. Pegar uma fruta e sair correndo até a seção de carnes. Pegar uma costela bem gelada jogar na prateleira de Ovos. Sair correndo igual a um alucinado e descer até a biblioteca da universidade onde meu camarada trabalha. Me jogar de costas na prateleira de livros e criar uma reação dominó com todas as prateleiras! Sair dando risada como uma criança que acabou de fazer quase de tudo que queria. Voltar correndo pra casa, me jogar pela janela e pular no sofá e escutar uma música beeeeem calma comendo um Mussi de Maracujá...
Deve ser a idade em que passamos por uma fase da vida onde um piti causado pelo “ar de tiriba” causa um momento passageiro da nossa vida em que temos vontade de fazer alguma loucura.

“ Tudo isso é pra chamar atenção Rafael?!” – Poxa, só queria adrenalina...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nem metade de um homem.

Outra coisa, que devemos rir para não chorar, é quando um homem namora uma menina. Quando digo isso, estou dizendo daqueles caras de mais de 25 anos que namoram com meninas de 13, 14, 15, 16 anos. O que esses caras têm na cabeça?

Deve ser incapacidade de conseguir se relacionar com alguma mulher mesmo. Eles devem ser daqueles tipos que não são levados a sério por elas, que sempre são deixados de lado por não serem mesmo interessantes. Ou eles realmente são uns imprestáveis.

Outra teoria que tenho, é a de que eles quando tinham a idade delas, lá na flor da idade, não conseguiam atrair as meninas que queriam. Aí, lá no confim do psicológico desses caras, eles ainda ficaram atraídos por elas.

Mas isso, a alguns olhos, pode ser visto como pedofilia. Até no meu ver, isso de certa forma também é considerado pedofilia. Eu não os considero nem meio homens. Outro ponto que se deve observar é o das mães delas. O que elas têm na cabeça? No mínimo nada, e no máximo um enorme e colossal vácuo. Até elas, as meninas deviam criar um pouco de noção do quão ridículo é a relação com um cara de o dobro da idade.

Não que depois de uma certa formação, digamos que depois dos 18 anos, ou melhor, depois que é visto que elas criaram consciência, elas não possam se relacionar com uma pessoa mais velha. Não é errado isso, mas é muito fácil encontrar meninas que nem tiveram um minuto para a infância ou nem quiseram ter uma infância por motivos externos, meninas que acham que são mulheres e começam essa vida amorosa. Só digo que uma menina, para se relacionar com um homem, deva se tornar mulher. O contrário também é verdade, para um menino se relacionar com uma mulher, deve se tornar homem.

“Garotos como eu sempre tão espertos, perto de uma mulher, são sóóó... Garotooos...” – Mais ou menos isso, né Rafael?!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Menina quase Mulher...


Eu quero um homem que seja diferente! Estou cansada desses caras que se fazem e ficam se achando. Quero um homem que tenha atitude, que faça eu me sentir especial. Quero alguém que me faça sorrir, que me trate com gentileza. Quero...

Acho realmente muito engraçado quando escuto o sexo oposto dizer essas frases. Até por que geralmente elas têm 15, 16,17 anos. Elas falam como se já tivessem conhecido algum homem de verdade e falam como se tivesses realmente vivido muito. Mas o mais engraçado não é ouvir elas dizendo isso, o hilário dessa história é quando elas encontram alguém assim. Elas se assustam ou se iludem. Se não um, o outro.

A primeira, são as realistas. Quando elas se assustam é por que se deram conta de que não dão conta do recado. Areia de mais pro caminhãozinho delas. Um homem diferente? Que tenha atitude? É quando eles tomam a atitudes de homens que elas se assustam. É quando eles não dão importância para as futilidades delas, é quando eles realmente querem fazer coisas novas. É quando eles sabem aceitar as diferenças alheias e sabem o que querem da vida. É quando elas dão uma de mulher e se dão conta do quão crianças são.

A segunda são as iludidas. E não falo das moças que foram iludidas, falo das que se iludiram. Um cara de atitude é? Daquele tipo que tira fotos pro Orkut mostrando o abdome no espelho com a língua de fora? Daqueles que colocam o bonezinho de lado e fazem cara de BadBoy? Atitudes realmente muito admiráveis. Eu até poderia escrever sobre o que penso delas, mas não escrevo por que eu realmente não as entendo. Elas se convencem de que esses tipos são caras legais, interessantes, que as fazes se sentir bem. E quando caem em si dizem: “Como fui burra! Aonde eu tava com a cabeça?” – realmente, muito burras...

Mas, como diz a frase, existe uma pessoa ideal pra cada pessoa no mundo. Então, não julgo ninguém. Só fico no meu canto observando e aprendendo aos poucos. É assim que se segue a vida né?!

“Mas tem mulher que é mais mulher do que eu sou homem“ – Rafael sendo sincero ele mesmo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vamos, admita!

Eu não fui lá por causa disso. Eu não fiz isso por causa daquilo. Eu não pude dizer pra ele o que eu queria por causa de tal motivo. Minha vida anda assim por isso, por aquilo. Blábláblás... Todo mundo arranja desculpas para as coisas que elas não querem realmente fazer. Ou arranjam desculpas que, elas mesmas fantasiam como motivos.

Eu sigo um lema bem simples e fácil de entender. É baseado nas desculpas que damos para certas coisas na vida: Se estiver doente, faça mesmo assim. Se estiver com outros problemas, faça mesmo assim. Se tiver outro compromisso, faça mesmo assim. Agora, se não quiser fazer, não faça.

Não arranje desculpas e não fantasie seus motivos. Não minta para si mesmo. Escuto de muita gente coisas que estão ficando até comuns. Coisas do tipo: “Tenho muita coisa pra fazer! Não me sobra tempo pra nada! Ando muito estressado!”. Sinceramente, tudo besteira. O pior, é que escuto coisas assim de pessoas que nem passaram dos 25 anos de idade. A maioria das pessoas que dizem isso tem a média de idade próxima da minha! 16, 17, 18 anos...

Elas arranjam desculpas para as próprias insatisfações. Julgando terem muito trabalho, muitos compromissos. Outra coisa que me chama a atenção, é que as mesmas pessoas seguem a idéia de tentar justificar seus atos. Atos frustrados. Quantas pessoas já pararam para pensar que, na vida, nada se justifica, mas tudo se explica?

“Ah, mas é que...” Mas é que nada. Se você não cumpriu, não cumpriu. Não existe uma real justificativa para os nossas frustradas ações. Responda simplesmente: “Não consegui e sem desculpas!”. Essa é uma boa resposta.

“Ah, mas ando estressada por que ando tendo muito trabalho e não tenho tempo para nada! Só estudo!”. Bem, essa frase quase todo mundo já disse um dia. Se alguém estuda e trabalha tanto, é por que possui algum objetivo, não?! E se tudo o que se sucede, gera o stress e o nervosismo, é por que essa pessoa escolheu o caminho errado. “Mas é que...” Mas é que nada. Tudo pode ser explicado, mas nada justificado.

Só depende de nós mesmos satisfazer nossas obrigações. E ficar criando mil desculpas, só vai gerar mais frustrações e mais blábláblás!

“Isso explica, mas não justifica.” – Sem desculpas, Mestre!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Coma suas Vontades.

Eu não sonho! Não que não sonhe, todo os seres humanos dormem e sonham, e quando não sonham dormindo sonham acordados. Não que eu nunca sonhe, na verdade, eu só prefiro comê-los na padaria. (rsrs). Eu evito sonhar, prefiro pensar de outra maneira.

Quando sonhamos, tiramos os pés do chão e mergulhamos em uma terra de príncipes encantados, donzelas indefesas. Vemos coisas que queremos e desejamos, como um carro esportivo luxuoso, pilhas e pilhas de dinheiros. Esses são sonhos fúteis, sim. Existem pessoas que sonham com uma casa própria, com um trabalho, com um amor sincero... Em minha opinião, são sonhos mais respeitáveis.
Eu evito sonhar e transformo os meus possíveis sonhos nas minhas vontades. Sonhos parecem estar distantes, mas minhas vontades estão nos meus sentidos, no meu querer, na minha alma. Querer e Vontade. Vontade e querer, quase sinônimos. Eu prefiro pensar nos meus desejos, que para mim são mais próximos, mais simples e mais sinceros. Eu tenho vontade de morar no meu canto, ter um motorista particular, ter meu local para trabalhar e treinar, casar, ter uma filha, ter minha coleção NERD particular. Tenho muitas vontades e de certa forma, já estou realizando parte das minhas vontades mais suaves. Minhas vontades mais intensas estão ainda por se realizar. Eu não sonho elas, vivo elas.

Eu prefiro ser a vontade das pessoas, o próprio desejo delas. Se eu acabasse sendo o sonho delas, seria apenas algo distante. Mas vontade é algo que se sente na pele. Algo que você procura saciar, algo que se torna um desejo, uma obrigação descontrolada de ser saciada.

É assim que eu penso nas coisas que quero, nos meus “sonhos”. Eu tenho vontades, e não sonhos. Sonho pra mim é melhor com Doce de Leite ou com Doce de Goiaba. Meus desejos eu vivencio todos os dias, no presente. Agente sonha o Passado, o Presente e o Futuro. Sonho é quase um quarto tempo. Algo que te faz parar por um período e te faz perder o que te circula.
Cada um vê como quer, cada um acredita como acredita. Eu como os sonhos, certas pessoas sonham os sonhos.

“Sonhos e vontades. Duas coisas? Uma dualidade Perfeita ou falta alguma coisa? Ou uma vontade é algo que vivenciamos e os sonhos... o sonho... Um sonho... “ – Subentendido é melhor, né Moça?!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Regra dos Três.

Não estou falando daquela velha maneira de se calcular alguma coisa, é uma outra regra que funciona de uma outra maneira. Existe tal filosofia que prega a regra dos três para tal coisa. Não sigo essa filosofia a risca, só filtro o que faz sentido para mim. A regra dos três que estou falando serve para ajudar a tomar decisões.

Na verdade, é uma regra engraçada. Diz que para fazer tal coisa, você precisa decidir no máximo em três segundos. Engraçado, não?! Tomar uma decisão que faz a diferença em apenas três segundo parece uma besteira, da à idéia de que tudo pode acabar dando errado. Eu vivo demorando a tomar certas decisões, sempre sou incerto do que quero.

Mas essa regra que eu comecei a aplicar para tal coisa até que me ajudou. Existe uma certa coragem para isso, é claro. Mas são esses três segundos que determinam se você realmente quer alguma coisa ou não. São três segundos que você se pergunta para si mesmo e se auto responde positivamente ou negativamente. Se for por falta de coragem, os três segundos servem para você não dar atenção ao seu medo. Se for por falta de certeza do que quer, a regra ajuda a você a ter o que quer. Muitas pessoas esquecem-se do que gostam, mas eu sempre soube da maioria das coisas que eu não gosto.

Em outras palavras, a regra dos três é um empurrão quase inconsciente que nossa mente nos dá na hora da verdade, na hora H. Aprendemos, a saber, do que queremos se usar ela. Não que sempre iremos decidir tudo em três segundos. Mas muitas coisas que vivenciamos necessitam apenas de três segundos para serem decididas. Um dia vai até ser uma eternidade esses três segundos.

“Ué? O que é aquilo? OoooOOOO!!! – Rafael agindo em três segundos.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Terapia para os ouvidos.

Cada pessoa se identifica com certo tipo de ritmo, música, etc. Cada pessoa encontra no som preferido uma sensação diferente, algo que cria desde uma euforia à uma harmonia. O som cria sensações no nosso corpo que vão além da audição, é quase uma questão espiritual.

Nos primórdios dos tempos, se criou o som. Em seguida, quando aprendemos a “criar” o som, demos ritmo ao som, e com esse ritmo se criou a melodia. A música se transformou com o tempo de maneira quase absurda. Hoje podemos criar uma infinidade de ritmos e sons diferentes.

Imagine a trajetória da música “contemporânea”, com os violões, tambores, até hoje com a música eletrônica. Lembra aquelas velhas canções sertanejas? Tônico e Tinoco, por exemplo? Veja como mudou a qualidade hoje da música sertaneja! Lembra daqueles velhos ritmos dos embalos dos sábados à noite? Compare com a música de hoje das danceterias!
Na verdade, não existe comparações. Cada um escuta e gosta do que gosta. Não podemos comparar músicas, cada uma é diferente da outra. Eu gosto muito de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Marilyn Manson, Slipknot, B.B. King, Eric Clapton, Martinho da Vila, The Crystal Method, músicas de meditação oriental.
Em outras palavras, tento ser o mais eclético possível. Acho que as pessoas precisam sempre buscar novos sons, novos ritmos. Até buscar os velhos ritmos, que muitas vezes nos impressionam. Experimente escutar uma sanfona, um batuque, um pandeiro, uma guitarra, um baixo, uma arpa, um...

Experimente colocar um ritmo na sua vida, ou experimente fazer sua vida virar uma melodia!

“A melhor melodia pra mim, é o som da voz feminina.” – Dita no ouvido então...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Oportunidades.

As oportunidades que se abrem nos nossos caminhos são incontáveis. Muitas vezes nem percebemos quando as portas estão se abrindo, percebemos apenas quando elas se fecham. Ser capaz de enxergar todas as oportunidades é quase impossível, mas enxergar as melhores é quase um dever.

Desde quando acordamos até quando iremos dormir, as oportunidades que aparecem são incontáveis! Cada escolha que fazemos leva a um caminho, se é assim, quantas escolhas fazemos no dia? Quantas combinações de escolhas podemos fazer? Infinitas! Cada passo que damos é uma escolha, inconsciente, mas é uma escolha.

Existe o medo de agarrar as oportunidades. Um medo de perder o que temos, um medo do que irão achar de nós, de falharmos e termos que recomeçar. Mas é esse medo que acaba nos deixando cegos. Não devemos ter medo de seguir atrás do que queremos e se cairmos, falharmos, são mais motivos para corrermos atrás! Só levantamos por que caímos, só acertamos por que já erramos. É o fluxo natural das coisas.

Muito dos conceitos que eu aprendo no Pa-Kua, são baseados nas oportunidades. Desde dentro do tatame quanto fora dele. A oportunidade Pa-Kua na minha vida mudou completamente ela. Posso dizer que eu não seria metade do que eu sou hoje se eu não tivesse subido aquela escada da escola e entrado nela por curiosidade.

Basta não fecharmos os olhos com a venda do medo e passaremos a enxergar um mundo inteiro de caminhos diferentes. É só criarmos coragem e nos prepararmos para cair, levantar é algo natural mesmo. E se não é por medo que deixamos passar as oportunidades, levante desse cadeira agora seu vadio!

“Por que o Monstrinho é um cara que gosta de perder oportunidades!” – Tempos antigos, tempos antigos...

domingo, 2 de agosto de 2009

Pessoas que marcam.

Dizem que as pessoas que passam por nossas vidas ficam o tempo certo para deixarem suas marcas. Realmente, concordo com isso. Algumas pessoas que conheci e que convivi pouco tempo, de certa forma deixaram comigo certa ansiedade, curiosidade.

Se ao menos eu pudesse ter dito à elas tudo o que eu queria, se eu pudesse ter demonstrado tudo o que eu podia. Digo isso àquelas pessoas que conheci rapidamente até aquelas que eu convivi certo tempo. As pessoas tem um dom para me conquistarem, realmente.

Não só comigo! Todas as pessoas acabam se tornando ou conhecendo pessoas especiais o tempo todo. Mas aquelas especiais mesmo, que conhecemos pouco e que queríamos ter dito muitas coisas, não nos deixam uma simples marca, mas sim um espaço reservado dentro de nós para elas.

A distância que nos separa delas, se transforma no valor que a damos. Se uma cidade separa uma amizade, nós realmente olhamos para nós mesmos e damos o valor exato para isso.

“Bah Guria...” – Rafael inconformado!

terça-feira, 21 de julho de 2009

O poder de sorrir!

Sorrir é sim o melhor remédio, e sem contra indicações. Não são todas as pessoas que possuem essa habilidade, de sorrir e se sentir bem. Não existe hora para sorrir, e nem momento propício. Podemos soltar um grande sorriso em qualquer situação e em qualquer lugar. Seja na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, temos o dever de sorrir.

Poucas são as pessoas que mesmo nas dificuldades, sabem escancarar os dentes em um largo sorriso. Mas seria sim a primeira iniciativa para as pessoas tentarem se melhorar. Se ficarmos melancólicos e não procurarmos um motivo para nos sentirmos bem, ficaremos pobres de alma. Se todo mundo na rua sorrisse, o mundo seria um lugar bem mais confortável.

Existem pessoas que contagiam as outras e acabam fazendo todo mundo sorrir junto. Mas em minha opinião, o melhor sorriso é aquele sincero. Um sorriso sem uma verdade é uma mentira escancarada.

Cada momento pede um sorriso, na hora do carinho, do zelo, do cuidado. São sorrisos que atingem a nossa alma. Gosto também de desenhar sorrisos, de certa forma inspiram.

Quando ganho um sorriso carinhoso, minha alma se contagia! Para as pessoas especiais que me cercam, mando sempre um sorriso. E para aquelas pessoas especiais que me cercam e que eu gosto muito, sempre peço e mando um sorriso. E só peço para as especiais mesmo!

“Quantas rosas são necessárias para eu ganhar um sorriso?” - Pra você mesmo moça...

domingo, 19 de julho de 2009

Pessoa ideal.

Um homem sensível, mas que saiba ser “macho” quando precisa. Um homem delicado, mas que não seja fresco na hora de matar a barata. Um homem alegre e extrovertido, mas que saiba ser sério quando é para ouvir os problemas dela. Um homem forte, mas que não seja um Arnold Schwarzenegger.
Uma mulher com um corpo escultural, mas que não tenha nem um apelido como “Mulher Melancia”, “Mulher Jaca”. Uma mulher sem frescura, mas que não seja mais macho do que ele. Uma mulher alegre, engraçada, mas que não tenha a famosa risada de hiena. Uma mulher sensível e delicada, mas que não chore em todos os finais de novela das nove.

Todo mundo pensa na pessoa ideal, e automaticamente pensa em ter essa pessoa. Quando se trata da pessoa perfeita, que tenha o físico e a mente perfeita, não medimos as qualidades para descrevê-la. Mas se pararmos de delirar por um minuto, vamos perceber que essa pessoa não existe, nunca existiu e nunca irá existir.


É impossível existir uma pessoa com qualidades tão divergentes. Ainda mais que, uma pessoa tão perfeita ao nosso lado, seria uma utopia. A nossa insatisfação nos torna exigentes demais e delirantes. Mas querer uma pessoa ideal para nós não é pecado, basta sabermos dosar nossas exigências.
Mas sabe como seria a pessoa ideal para mim? Uma pessoa que não possua todas as qualidades, mas que saiba melhorar a cada dia. Uma mulher que busque evoluir. Desde que ela aceite as mudanças e aceite mudar Junto com elas, uma hora ou outra ela vai possuir inúmeras qualidades. Ela vai possuir defeitos! Claro que vai. Não quero nenhuma Barbie para viver comigo. Também não sou nenhum Ken...

Até os defeitos se tornam qualidades se olharmos com outros olhos.

“Seja maleável...” – Uma boa qualidade não?!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ser ou não ser?!

Podemos ser o que não somos? Mas somos o que somos ou fingimos o que somos? Mas quem somos nós? Eita trocadilho confuso. No final das contas resta a dúvida: Quem somos nós? O que nos diferencia das outras pessoas? O que nos torna diferentes?

Essa é uma questão que existirá pelo resto da eternidade, pois está ligada ao sentido da vida, outra questão inexplicável. Mas o que devemos ter em mente é que não devemos se pregar na pergunta, em conseguir um sentido baseado nas respostas que as pessoas nos dão. A questão ser ou não ser se responde na vida que levamos, é o sentido que nós mesmos damos para ela. A vida que levamos é um retrato da nossa essência, é a imagem daquilo que passa na nossa mente.
Quando tentamos fazer algo que queremos, quando tentamos realizar algo que queremos, esses são os reflexos das nossas intenções, das nossas vontades. O que nos torna diferentes, são justo essas mesmas que nos diferenciam. Somos aquilo que aprendemos a ser. É uma questão que apenas podemos perguntar e responder internamente. As nossas intenções sempre vão variar, o modo como vemos o mundo é sempre diferente dos demais. É isso o que nos torna especiais.
A questão que, podemos perder a nossa identidade é uma mentira. Ninguém perde a sua essência, ninguém perde o seu diferencial. Como assim? Simples de responder, tente mentir para si mesmo. Impossível. Nunca fomos capazes de conseguir mentir para nós mesmos, pois no fundo da nossa forma física, escondida no meio de tripas e mais tripas, existe uma voz que nunca mente para nós mesmos. Essa é a nossa essência, a nossa verdade.
No fundo das verdades, nunca fomos capazes de realmente mentir. Então se estamos preocupados com quem somos, devemos parar por um momento, olharmos para o espelho e dizermos: “ – Eu me aceito como sou!”. Basta aceitarmos nós mesmos como somos e buscar evoluir, basta querermos ser melhores do que fomos ontem. Esse é o ser da questão, a vida que levamos e a vida que buscamos.


“Ser ou não ser? Eis a questão...” – Um bobo que se preocupava de mais.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O lado mais belo da vida.


Quando se trata do sexo oposto, temos que ter cuidado com o que falar. Por mais que tomemos cuidado com as palavras, sempre estamos nos precipitando ao falar alguma coisa sobre tal. Quando se fala de mulher, associamos sempre ela como o símbolo universal da beleza, da delicadeza, da graça. Hoje, a mulher conquista seu espaço, está sendo mais valorizada por nós homens.

A mulher, também deveria ser o símbolo da superação, e também um retrato da força. Não apenas por carregar todos os futuros descendentes da humanidade no ventre, mas também por conseguirem se superar a cada ponto em que lutam. Sejam na família ou no trabalho, sempre se superam e conquistam suas próprias vitórias. Um homem nunca vai saber o que é levar um bebê dentro de si, ser 100% responsável por sua vida. Já me disseram que um pai nunca vai ser tão pai como uma mãe é mãe.

É claro que, existem mães que abandonam filhos, que vivem uma vida maldita, mas são coisas da vida que existe em todo lugar, sempre há o lado negro das coisas.
Você já parou pra pensar sobre o sexo feminino na natureza? A fêmea é em 90% das espécies, maior, mais forte, mais inteligente, responsável pela caça, pelos filhotes. O papel do macho é apenas guardar o território, acasalar, se pegar na porrada com os intrusos e dormir. Isso de certa forma é constrangedor quando lembramos que muitos homens brigam por “Quem tem o maior”...

Realmente, a mulher é o que torna o mundo mais belo. Vou falar da beleza delas que tornam o mundo melhor. Um homem acordaria feliz se soubesse que irá passar o dia inteiro sem ver algo feminino? Se um dia eu acordasse, e soubesse que todas as mulheres do mundo sumiram, me afogaria no tanque de peixe do meu avô. A mulher torna nossos dias mais agradáveis, seja por sua companhia, por sua imagem passando na rua. Gosto às vezes de sentar em algum lugar movimentado e observá-las. Gosto de vê-las andando, sorrindo, conversando. E não são os meus hormônios que me fazem fazer isso, é o gosto de observar as coisas belas da vida.


Sabe qual o melhor horário para observar uma mulher? Quando ela acorda ou quando ela está dormindo. Quando dorme, sua pele relaxa, seu corpo descansa, sua mente se tranquiliza, em outras palavras, ela está ficando cada vez mais bonita. Quando ela acorda, tudo isso está na expressão do seu corpo, na sua face. Em outras palavras, mulher é o que há de melhor no mundo!

“Coisa magnífica!” – Moça bonita passando na minha frente.

Inspiração...


É uma palavra que eu gosto de dizer, inspiração. Inspiração é justo isso, inspirar, botar pra dentro o que está fora. No caso da arte, inspirar-se é ver algo que queremos, algo externo, e recriá-los à nossa moda, da maneira que olhamos. Não apenas na arte, mas em quase tudo o que conheço. Essa é a inspiração externa.

Mas se tratando de arte, para aqueles que gostam de buscar a inspiração externa, inspirar-se significa ser espontâneo. Pode ser uma flor, um animal, uma cor, um sorriso, independente do que seja, qualquer coisa pode inspirar uma pessoa. Desde que o mesmo tenha os olhos abertos e ouvidos limpos, podemos recriar qualquer coisa no mundo. Para os bons artistas, quando cito bons digo artistas espontâneos, buscar inspiração externa é uma forma de explorar novos horizontes, de não vermos o mundo por uma fechadura e sim abrirmos as portas e entrarmos em um universo sem limites.

Mas quando dependemos da inspiração externa, ficamos pobres. Sim, é uma verdade. Dependermos de coisas que não dependem de nós é ter um vazio dentro de nós mesmos. Precisamos preencher esse vazio primeiro com nossa inconsciência e depois com as coisas conscientes. Inconsciência na arte é algo que adquirimos com o tempo e é o que nos torna artistas naturais.

Encontrar inspiração no que os olhos vêem, é simples e fácil. Basta olharmos e repassá-los na nossa mente que, assim, nossas mãos irão reproduzir tudo de novo. Mas quando descobrimos uma inspiração interna, nossa mente trabalha sem barreiras, com um infinito a ser reproduzido. Podemos preencher qualquer superfície vazia com a nossa própria alma e da nossa maneira.

Sabe com o que se parece a cabeça de um desenhista sem inspiração? Com a própria folha em branco. Cada um representa um vazio, algo a ser preenchido. Muitas coisas me inspiram a desenhar e uma delas é a beleza que eu vejo nas pessoas. Um sorriso desenhado para mim é uma necessidade saciada. Mas o que eu mais prezo, quando preciso me inspirar, é o momento em que eu fecho os olhos, olho para dentro da minha alma e me encontro comigo mesmo, é quando entro no meu mundo.

Para definir com mais clareza, a inspiração interna se transforma na criação, o poder de criar.

“Inspira, expira. Mas expire beeem...” – Eu para eu mesmo.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Até onde podemos chegar?

As respostas sempre variam, na verdade elas sempre evoluem. É impossível determinar um limite para a vida, os limites pré-determinados pelas pessoas vivem sendo quebrados. Mas o limite é algo que a própria mente cria, que meche totalmente com o seu psicológico.

A palavra limite tem seu sinônimo, o cansaço. Quando estamos levando o nosso corpo ao limite, existe algo que nossa mente cria que tenta nos impedir de continuar. É justo essa voz que não temos que ouvir. Quando estamos em situações difíceis onde temos que lidar com vários problemas, onde nossa cabeça parece que vai explodir, lembramos que uma hora vamos estourar e passar do nosso limite.

Acho que para ultrapassarmos os nossos próprios limites, temos que aprender a conhecermos a nós mesmos. Precisamos aprender a erguer a cabeça e seguir em frente, ultrapassando todas as marcas. Esse empurrão que recebemos e que nos ajuda vem de nós mesmos, podemos até agradecer às pessoas que nos ajudam, mas no fundo nós mesmos que precisamos buscar seguir em frente.

Basta focar até onde queremos chegar e não olharmos para os lados, muito menos para trás. Temos que ter na mente as nossas condições, temos que criar os nossos meios, não determinarmos os nossos limites. Basta aliviar um pouco a mente e continuar seguindo. Se o limite é algo que impomos a nós mesmos, basta nós mesmos quebrá-los.

“Olhos de tigre! Olhos de Tigre!” – Rocky III, O desafio supremo

terça-feira, 14 de julho de 2009

Como eu queria dizer...

Muitas pessoas utilizam os programas de mensagens instantâneas diariamente, ou os sites de relacionamentos como o Orkut por exemplo. Muitas vezes, esses são um meio simples e rápido de entrar em contato com quem queremos. Basta escrever e apertar Enter e pronto. Quando queremos conhecer pessoas novas ou aquela em especial, adicionamos no MSN e no Orkut e nos comunicamos com elas. Para os tímidos foi à melhor coisa já inventada!

Mas quando estamos focados em alguma pessoa em especial, esses amados se tornam odiados. Quando queremos falar com alguém dessa maneira, quando queremos nos expressar, transmitir sentimentos, o PC vira um modo frustrante de transmiti-las! Queremos poder materializar a pessoa, poder tocá-la ou pelo menos falar, dizer, sussurrar, GRITAR o que queremos.

No meu caso, é engraçado por que por mais que eu odeie o MSN pelos mesmos motivos eu sempre acabo usando ele para os mesmos fins. Mas admito que, é mais para colocar alguma lenha na fogueira e dizer em outras palavras que eu ainda estou vivo do que para fazer declarações. Aprendi que deve se usar o mínimo o MSN e dar mais valor a conversas e abraços do que qualquer outra coisa. Sem dizer que gosto de escrever cartas a moda antiga, mas hoje se tornou algo quase rotulado como ridículo.

Mas dou uma dica que todos acabam dando no fim das contas, saia do Orkut e do MSN e vá tomar algumas atitudes! Uma ação vale mais do que mil palavras, principalmente quando estamos apaixonados. Se pretendem namorar alguém, não vai ser por MSN que irá conseguir e, depoimentos no Orkut sabem pra que presta? Pra nada, só enfeite! Nada melhor do que dizer na cara o que queremos, olhando nos olhos, a um centímetro da orelha e da boca...

“Fulana acabou de entrar” – E eu com isso...

O corpo também se exercita.

Saber sobre matemática, história, política, ser atualizado de tudo o que acontece no mundo, etc e tals é muito bom, quase uma obrigação. É necessário termos um cérebro produtivo, com milhões de informações. Mas muitas vezes, os nossos caros e não valorizados professores que não o digam, precisamos deixar de lado os livros, TV, PC e começar a botar o físico para funcionar! Cito os professores pois são um bom exemplo de sedentarismo.

Sendo um alongamento na manhã que acordamos até uma corridinha no fim de semana. Ser sedentário é triste! Um bom condicionamento físico proporciona grandes alegrias (rsrs). Não é preciso ser um fisiculturista, basta se exercitar regularmente. Na academia ou em casa, na rua ou nos parques, pratique.

Lembrando que ser saudável é ter a mente e o corpo malhados. Não adianta ter um e não ter o outro. Uma caminhada até a escola conta como um exercício. Hoje, a juventude anda acostumada a uma vida virtual, com empregados/pais oferecendo tudo em mãos beijadas. Adeus para essa vida gente! Bora botar o corpo para se mecher!

“Tente ler um livro de 1000 páginas de pé com um braço só...” – Eu recomendo Musashi Vol.1 e Vol.2.

O cérebro também se exercita.

Hoje, está mais do que comprovado que se exercitar é algo obrigatório. Sendo qualquer tipo de exercício, tanto psicológico quanto físico, não podemos deixar de praticar exercícios. Podemos praticá-los em qualquer espaço em que nos caiba, desde no tapete até em uma academia. Ter um condicionamento físico bom é ter saúde.

Cada um se exercita por um motivo próprio, seja para ter saúde ou para ser atraente. A segunda opção vimos no nosso dia a dia. Pessoas que não exercitam o principal do ser humano, o cérebro. Praticar alguma atividade física é de gosto de quase todos, mas exercitar a mente é mais do que obrigatório, é um dever de cada um. Pratico atividades físicas variadas e nunca deixo de exercitar a mente. Na verdade, tento evoluir de forma conjunta as duas coisas.


Mas como se exercita a mente de forma correta? Não é vendo filmes de humor chulos, ouvindo músicas que citam carros, dinheiro e vadias e muito menos passando a maior parte do dia na academia! Bom se nesses lugares os instrutores incentivassem mais as pessoas a lerem, a ver bons filmes e escutarem boas músicas. É claro que vai do gosto de cada um, mas ignorância é
ignorância.

Leia livros e revistas, escute boas músicas internacionais ou nacionais, veja filmes com bons atores, procure ser um pouco entendido de algum assunto. Que seja de academia ou da teoria da relatividade. Você pode até ser um gênio da academia, desde que estude para tal, leia sobre tal. Se torne um profissional boa pinta da coisa.
Nada melhor do que ser uma pessoa atraente tanto no físico como na mente, buscar evoluir o corpo e a nossa cabeça nos tornam pessoas realmente saudáveis. Digo isso tanto paras as mulheres quanto para os homens, todos precisamos.

“Tente usar a cabeça uma vez na vida... vamos tente!” – Lembra do filme Toy Story 1? Quase isso...

domingo, 12 de julho de 2009

Ter a oferecer.


Quantas vezes já ficamos olhando alguém que julgamos muito atraente, uma verdadeira obra divina e pensamos: “Nunca ficaria comigo...”. Realmente, o ser citado nunca ficaria com você. É tudo uma questão de ser sincero consigo mesmo, se você já esta pensando assim, é por que tem baixa auto-estima, o que estraga 90% de tudo.

Ter a oferecer, por mais que seja horrível dizer, mas coisas como carro, dinheiro e beleza contam. E muito! Mas é tudo relevante, pois temos que ter conteúdo. Tanto físico, psicológico e econômico. Pessoas com certo “status” na sociedade dão valor a isso, na verdade, todos dão valor.

Mas isso varia de acordo com que cada pessoa procura. Existem pessoas que procuram outras que possuem apenas beleza ou dinheiro. Mas acredite, existem pessoas que procuram outras com conteúdo. Se for para analisar no íntimo, o que realmente conta é o conteúdo, o que está dentro de nós. Aquilo que raramente é enxergado pelas pessoas e temos dificuldades para demonstrar.

Então o que fazer para termos conteúdo? Se exercite, trabalhe e treine o cérebro. Do contrário, será um eterno vácuo em formato de gente.

“Eu tenho o que oferecer, mas o que tu queres mesmo?” – Sim, essa pergunta é pra você mesma...

Um sentimento nobre.

Amor. Esse sentimento é muitas vezes distorcido por muitas pessoas, os mesmos não têm idéia da real nobreza que é sentir o amor por uma pessoa. Amar vai muito além de querer ter a pessoa, amar é um estado de espírito. É muito mais nobre do que declarações exageradas e presentes caros. Quando se ama, você ama a si próprio e é sincero consigo mesmo.
A frase que diz que mil palavras não valem uma atitude implica-se totalmente no amor. Uma relação que sobrevive através de declarações apaixonadas, é uma relação pobre, que no íntimo é abastecida por desconfianças e incertezas. Amar é se tornar uma pessoa melhor, evoluir o espírito e os seus atos com os próximos.
Amar não é ter a pessoa, pode-se dizer que é uma conseqüência de querê-la. Amar e ter não são sinônimos. Isso demonstra o divino desse sentimento. Quando estamos feridos pela flecha do amor, quase sempre agimos com egoísmo. Pensando apenas como conquistar a amada e a ter como companheira. Mas isso é apenas uma conseqüência incerta.
Se nos tornamos uma pessoa melhor por amar, deveríamos demonstrar e retribuir a altura quem amamos. Em outras palavras, focar não em ter e conquistar, focar em apaixonar. A pessoa tem que criar esse sentimento também nela. Assim que se vive uma vida a dois.
Diz-se que não é possível amar quando jovem, que jovem não tem cabeça para amar. Mas se for para pensar bem, é preciso certa vivência para sentir o amor. Amor não é uma certeza, mas é algo inconsciente. E é preciso ter cabeça. É preciso ser homem para amar uma mulher.

“Ah se eu pudesse desenhar sentimentos...” – Abraço para minha inspiração.

O outro lado da porta.



Nunca fui de sair muito, sempre preferi ficar na minha vida pacata e sossegada. Não que eu seja um homem das cavernas, gosto de me relacionar com as pessoas. Mas nunca fui de ir à procura delas. A idéia de barulho e bagunça sempre me criaram repulsas! Mas com o tempo percebemos que, é necessário arriscar coisas novas. Nem sempre os eventos como shows, vão ser assim. Apesar do agito constante, segue certo tipo de organização. Eu acho, não tenho certeza.
Nos poucos eventos que fui não tive muita decepção, foram agradáveis.
O que mais me chamou para eventos assim é mais do que óbvio, o sexo oposto! Tem lugar melhor para achar moças interessantes? Não que esse seja o único fim de ir para festas e tals, mas é bom às vezes conhecer pessoas extrovertidas e espontâneas. Conhecer gente bonita é sempre bom, tanto para beijar na boca quanto para a amizade. Parceria é sempre bom! Os amigos que sempre estão lá festando, fazem nós nos sentirmos bem. E balançar o esqueleto faz bem pra saúde. Requebrar a cintura é uma experiência única que bota pra fora sua vergonha, sua timidez. Não sou nenhum John Travolta, mas sei me soltar às vezes. (RSRS...)
Aprendi que é sempre bom abrir portas desconhecidas. Se acabarmos por nos ferrar, basta fechar a porta e abrir outra. Portas para uma vida diferente existem aos montes, e nunca vão faltar. Basta querermos nos levantar e estender a mão para abri-las.

“Novos ares limpam os nossos pulmões.” – Abraço aos meus amigos que me mostraram essas portas.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um caminho.

Arte Marcial é um caminho onde você aprende a se conhecer, aprender a lidar com si mesmo. Você tende a evoluir a si próprio tanto na parte psicológica como na parte prática da vida. É algo para uma vida inteira, sem distinção de idades e nem de sexo. Na Arte Marcial, não existe campeonatos, pois você aprende a defender a vida. Não existem pontos, existem ossos quebrados. Não existem medalhas, existe a honra, a marcialidade, o conceito de guerra e o melhoramento espiritual do ser. Existe a busca contínua de extinção do ego e do orgulho.
A Arte Marcial é usada desde o momento em que acordamos até a hora de dormirmos. Disciplinando-nos a sermos pessoas melhores e tornar o nosso próprio meio melhor. Vai desde o respeito com as pessoas até o respeito com o nosso ambiente. É caminhar para frente sabendo das dificuldades e dos caminhos obscuros que iremos enfrentar.
Mas para conseguirmos tudo isso, é necessário uma pequena coisa: sermos sinceros com nós mesmos. Para mudar o que está lá fora, precisamos mudar o que está aqui, dentro da nossa cabeça, coração e alma...
Prático Pa-Kua a quase três anos, e nessa Arte vi que a evolução é algo necessário para a vida. É o que o Pa-Kua prega. Precisamos aceitar a mudança sem ressentimentos. Se não evoluirmos, nunca chegaremos a um estado de espírito elevado. Os Gran Mestres que formam essa arte e a divulgam no mundo, conseguem mostrar as pessoas um modo de vida saudável, harmonioso e prático. Sempre caminhando para frente. Pa-Kua são os oito caminhos mínimos em que você pode mudar o mundo. Existem milhares de caminhos que você pode seguir e fazer a diferença. Pa-Kua é um caminho e está aberto a todos...

“Olhe para si mesmo e cresça.“ – Um abraço à todos da escola de Pa-Kua de Canoinhas/SC.

Arte, a sua forma de ver a vida.

Para quem não é iniciado nessa arte e apenas aprecia, o conceito de desenhar varia de acordo com o artista.

Antigamente, não apenas no desenho, mas como em qualquer área da arte, não se permitia ver a arte do próprio ponto de vista. A idéia de “verdade absoluta” reinava, ou seja, só se podia ver a arte de um ponto de vista universal, sendo conceituada por apenas um modo, por apenas uma verdade, a dita “realidade”.
Todos nós vemos a vida de um modo diferente de todos, isso nos torna também únicos. Ter nossa própria visão sobre as coisas, às vezes, nos ajuda a crescermos e sermos auto-suficientes. Na arte não é diferente, arte é um modo de expressão, um modo de botar pra fora o que sentimos. Existem regras para se expressar? Claro que não, então é impossível determinar um conceito concreto para a arte.
Um grande exemplo, um dos maiores em minha opinião, foi a semana de arte moderna, que foi o rompimento dessas regras. Até então, na poesia, na música, nas artes gráficas, todas elas seguiam um pensamento muito primitivo, com regras e normas pré-determinadas. Essa semana foi a renovação. E claro, não foi aceita, demorou-se alguns anos até se aceitar a arte como sendo algo de conceito pessoal, de idéias próprias, algo que não possui barreiras.
Monteiro Lobato, grande artista, cabeça pequena, tinha sua repulsa por essa renovação. O cara literalmente detonou Anita Malfatti quando comentou sobre sua exposição. Nessa crítica altamente destrutiva, ele falou que existiam dois tipos de artistas: os que viam a vida como ela é e faziam arte pura, que seguia os processos clássicos dos grandes mestres; a outra espécie ele julgou os artistas como pessoas que viam a vida de forma anormal, produtos do cansaço e do sadismo de todos os períodos de decadência... blábláblás!
Ainda bem que eu nasci no Brasil livre, com pais liberais, não ignorantes e que sempre me apoiaram na minha forma própria de pensar. Já pensou se ele disse-se para mim algo do tipo: “O que é isso? Não existem pessoas com olhos tão grandes! Você ta errado! Isso não existe! Eu vejo a arte como uma forma de dizer pro mundo a forma que eu vejo ele, no caso, como eu gosto de desenhar pessoas, retratos, é a forma que eu vejo elas. Arte, para mim, é uma necessidade, um modo de botar as coisas para fora, quase uma descarga...