terça-feira, 25 de agosto de 2009

Terapia para os ouvidos.

Cada pessoa se identifica com certo tipo de ritmo, música, etc. Cada pessoa encontra no som preferido uma sensação diferente, algo que cria desde uma euforia à uma harmonia. O som cria sensações no nosso corpo que vão além da audição, é quase uma questão espiritual.

Nos primórdios dos tempos, se criou o som. Em seguida, quando aprendemos a “criar” o som, demos ritmo ao som, e com esse ritmo se criou a melodia. A música se transformou com o tempo de maneira quase absurda. Hoje podemos criar uma infinidade de ritmos e sons diferentes.

Imagine a trajetória da música “contemporânea”, com os violões, tambores, até hoje com a música eletrônica. Lembra aquelas velhas canções sertanejas? Tônico e Tinoco, por exemplo? Veja como mudou a qualidade hoje da música sertaneja! Lembra daqueles velhos ritmos dos embalos dos sábados à noite? Compare com a música de hoje das danceterias!
Na verdade, não existe comparações. Cada um escuta e gosta do que gosta. Não podemos comparar músicas, cada uma é diferente da outra. Eu gosto muito de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Marilyn Manson, Slipknot, B.B. King, Eric Clapton, Martinho da Vila, The Crystal Method, músicas de meditação oriental.
Em outras palavras, tento ser o mais eclético possível. Acho que as pessoas precisam sempre buscar novos sons, novos ritmos. Até buscar os velhos ritmos, que muitas vezes nos impressionam. Experimente escutar uma sanfona, um batuque, um pandeiro, uma guitarra, um baixo, uma arpa, um...

Experimente colocar um ritmo na sua vida, ou experimente fazer sua vida virar uma melodia!

“A melhor melodia pra mim, é o som da voz feminina.” – Dita no ouvido então...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Oportunidades.

As oportunidades que se abrem nos nossos caminhos são incontáveis. Muitas vezes nem percebemos quando as portas estão se abrindo, percebemos apenas quando elas se fecham. Ser capaz de enxergar todas as oportunidades é quase impossível, mas enxergar as melhores é quase um dever.

Desde quando acordamos até quando iremos dormir, as oportunidades que aparecem são incontáveis! Cada escolha que fazemos leva a um caminho, se é assim, quantas escolhas fazemos no dia? Quantas combinações de escolhas podemos fazer? Infinitas! Cada passo que damos é uma escolha, inconsciente, mas é uma escolha.

Existe o medo de agarrar as oportunidades. Um medo de perder o que temos, um medo do que irão achar de nós, de falharmos e termos que recomeçar. Mas é esse medo que acaba nos deixando cegos. Não devemos ter medo de seguir atrás do que queremos e se cairmos, falharmos, são mais motivos para corrermos atrás! Só levantamos por que caímos, só acertamos por que já erramos. É o fluxo natural das coisas.

Muito dos conceitos que eu aprendo no Pa-Kua, são baseados nas oportunidades. Desde dentro do tatame quanto fora dele. A oportunidade Pa-Kua na minha vida mudou completamente ela. Posso dizer que eu não seria metade do que eu sou hoje se eu não tivesse subido aquela escada da escola e entrado nela por curiosidade.

Basta não fecharmos os olhos com a venda do medo e passaremos a enxergar um mundo inteiro de caminhos diferentes. É só criarmos coragem e nos prepararmos para cair, levantar é algo natural mesmo. E se não é por medo que deixamos passar as oportunidades, levante desse cadeira agora seu vadio!

“Por que o Monstrinho é um cara que gosta de perder oportunidades!” – Tempos antigos, tempos antigos...

domingo, 2 de agosto de 2009

Pessoas que marcam.

Dizem que as pessoas que passam por nossas vidas ficam o tempo certo para deixarem suas marcas. Realmente, concordo com isso. Algumas pessoas que conheci e que convivi pouco tempo, de certa forma deixaram comigo certa ansiedade, curiosidade.

Se ao menos eu pudesse ter dito à elas tudo o que eu queria, se eu pudesse ter demonstrado tudo o que eu podia. Digo isso àquelas pessoas que conheci rapidamente até aquelas que eu convivi certo tempo. As pessoas tem um dom para me conquistarem, realmente.

Não só comigo! Todas as pessoas acabam se tornando ou conhecendo pessoas especiais o tempo todo. Mas aquelas especiais mesmo, que conhecemos pouco e que queríamos ter dito muitas coisas, não nos deixam uma simples marca, mas sim um espaço reservado dentro de nós para elas.

A distância que nos separa delas, se transforma no valor que a damos. Se uma cidade separa uma amizade, nós realmente olhamos para nós mesmos e damos o valor exato para isso.

“Bah Guria...” – Rafael inconformado!