Cada pessoa se identifica com certo tipo de ritmo, música, etc. Cada pessoa encontra no som preferido uma sensação diferente, algo que cria desde uma euforia à uma harmonia. O som cria sensações no nosso corpo que vão além da audição, é quase uma questão espiritual.Nos primórdios dos tempos, se criou o som. Em seguida, quando aprendemos a “criar” o som, demos ritmo ao som, e com esse ritmo se criou a melodia. A música se transformou com o tempo de maneira quase absurda. Hoje podemos criar uma infinidade de ritmos e sons diferentes.
Imagine a trajetória da música “contemporânea”, com os violões, tambores, até hoje com a música eletrônica. Lembra aquelas velhas canções sertanejas? Tônico e Tinoco, por exemplo? Veja como mudou a qualidade hoje da música sertaneja! Lembra daqueles velhos ritmos dos embalos dos sábados à noite? Compare com a música de hoje das danceterias!
Na verdade, não existe comparações. Cada um escuta e gosta do que gosta. Não podemos comparar músicas, cada uma é diferente da outra. Eu gosto muito de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Marilyn Manson, Slipknot, B.B. King, Eric Clapton, Martinho da Vila, The Crystal Method, músicas de meditação oriental.
Em outras palavras, tento ser o mais eclético possível. Acho que as pessoas precisam sempre buscar novos sons, novos ritmos. Até buscar os velhos ritmos, que muitas vezes nos impressionam. Experimente escutar uma sanfona, um batuque, um pandeiro, uma guitarra, um baixo, uma arpa, um...
Experimente colocar um ritmo na sua vida, ou experimente fazer sua vida virar uma melodia!
Em outras palavras, tento ser o mais eclético possível. Acho que as pessoas precisam sempre buscar novos sons, novos ritmos. Até buscar os velhos ritmos, que muitas vezes nos impressionam. Experimente escutar uma sanfona, um batuque, um pandeiro, uma guitarra, um baixo, uma arpa, um...Experimente colocar um ritmo na sua vida, ou experimente fazer sua vida virar uma melodia!
“A melhor melodia pra mim, é o som da voz feminina.” – Dita no ouvido então...

