quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Eu me remexo muito!

Não sei dizer se é a idade, fase da vida, piti, “ar de tiriba”, momentos passageiros, mas ultimamente ando tendo uma vontade meio descomunal de botar o corpo pra funcionar.
Não simplesmente me exercitar, ou sair correndo e pulando por aí, mas uma vontade de subir no muro, pular na grama e rolar, subir em cima da mesa e dançar igual a um demente. Pular a janela e me jogar no tanque do meu avô de barriga. Botar uma música bem alta e escutá-la ao longo de uma corrida alucinante no meio da rua. Pular por cima de um carro e me pendurar na traseira de um caminhão. Trepar numa placa e saltar para a sacada de alguma casa ou prédio. Pular para o quintal e fugir desesperado de um pitbull. Passar correndo desesperado por uma multidão insuportável e desviar de todo mundo sem perder o embalo. Roubar uma moto e sair em alta velocidade de pé em cima dela e voar direto para uma piscina de bolinha. Sair me arrastando e pular direto numa cama elástica e voar para fora dela caindo em cima de uma mesa cheia de comida. Fugir dos seguranças do local pelas escadas rolantes e entrar no elevador. Sair do elevador pela saída do teto e escalar os cabos até o último andar. Chegar lá e descer o prédio no maior estilo Homem Aranha. Descer por cada janela e cumprimentar quem aparece por lá. Quando chegar na calçada gritar alto e continuar correndo. Voar com os dois pés no peito do cara fantasiado de Coelhinho da Páscoa. Pegar as balas dele e entrar no mercado. Jogar-me na pilha de latas de ervilha ou na de Leite Condensado. Pegar uma fruta e sair correndo até a seção de carnes. Pegar uma costela bem gelada jogar na prateleira de Ovos. Sair correndo igual a um alucinado e descer até a biblioteca da universidade onde meu camarada trabalha. Me jogar de costas na prateleira de livros e criar uma reação dominó com todas as prateleiras! Sair dando risada como uma criança que acabou de fazer quase de tudo que queria. Voltar correndo pra casa, me jogar pela janela e pular no sofá e escutar uma música beeeeem calma comendo um Mussi de Maracujá...
Deve ser a idade em que passamos por uma fase da vida onde um piti causado pelo “ar de tiriba” causa um momento passageiro da nossa vida em que temos vontade de fazer alguma loucura.

“ Tudo isso é pra chamar atenção Rafael?!” – Poxa, só queria adrenalina...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nem metade de um homem.

Outra coisa, que devemos rir para não chorar, é quando um homem namora uma menina. Quando digo isso, estou dizendo daqueles caras de mais de 25 anos que namoram com meninas de 13, 14, 15, 16 anos. O que esses caras têm na cabeça?

Deve ser incapacidade de conseguir se relacionar com alguma mulher mesmo. Eles devem ser daqueles tipos que não são levados a sério por elas, que sempre são deixados de lado por não serem mesmo interessantes. Ou eles realmente são uns imprestáveis.

Outra teoria que tenho, é a de que eles quando tinham a idade delas, lá na flor da idade, não conseguiam atrair as meninas que queriam. Aí, lá no confim do psicológico desses caras, eles ainda ficaram atraídos por elas.

Mas isso, a alguns olhos, pode ser visto como pedofilia. Até no meu ver, isso de certa forma também é considerado pedofilia. Eu não os considero nem meio homens. Outro ponto que se deve observar é o das mães delas. O que elas têm na cabeça? No mínimo nada, e no máximo um enorme e colossal vácuo. Até elas, as meninas deviam criar um pouco de noção do quão ridículo é a relação com um cara de o dobro da idade.

Não que depois de uma certa formação, digamos que depois dos 18 anos, ou melhor, depois que é visto que elas criaram consciência, elas não possam se relacionar com uma pessoa mais velha. Não é errado isso, mas é muito fácil encontrar meninas que nem tiveram um minuto para a infância ou nem quiseram ter uma infância por motivos externos, meninas que acham que são mulheres e começam essa vida amorosa. Só digo que uma menina, para se relacionar com um homem, deva se tornar mulher. O contrário também é verdade, para um menino se relacionar com uma mulher, deve se tornar homem.

“Garotos como eu sempre tão espertos, perto de uma mulher, são sóóó... Garotooos...” – Mais ou menos isso, né Rafael?!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Menina quase Mulher...


Eu quero um homem que seja diferente! Estou cansada desses caras que se fazem e ficam se achando. Quero um homem que tenha atitude, que faça eu me sentir especial. Quero alguém que me faça sorrir, que me trate com gentileza. Quero...

Acho realmente muito engraçado quando escuto o sexo oposto dizer essas frases. Até por que geralmente elas têm 15, 16,17 anos. Elas falam como se já tivessem conhecido algum homem de verdade e falam como se tivesses realmente vivido muito. Mas o mais engraçado não é ouvir elas dizendo isso, o hilário dessa história é quando elas encontram alguém assim. Elas se assustam ou se iludem. Se não um, o outro.

A primeira, são as realistas. Quando elas se assustam é por que se deram conta de que não dão conta do recado. Areia de mais pro caminhãozinho delas. Um homem diferente? Que tenha atitude? É quando eles tomam a atitudes de homens que elas se assustam. É quando eles não dão importância para as futilidades delas, é quando eles realmente querem fazer coisas novas. É quando eles sabem aceitar as diferenças alheias e sabem o que querem da vida. É quando elas dão uma de mulher e se dão conta do quão crianças são.

A segunda são as iludidas. E não falo das moças que foram iludidas, falo das que se iludiram. Um cara de atitude é? Daquele tipo que tira fotos pro Orkut mostrando o abdome no espelho com a língua de fora? Daqueles que colocam o bonezinho de lado e fazem cara de BadBoy? Atitudes realmente muito admiráveis. Eu até poderia escrever sobre o que penso delas, mas não escrevo por que eu realmente não as entendo. Elas se convencem de que esses tipos são caras legais, interessantes, que as fazes se sentir bem. E quando caem em si dizem: “Como fui burra! Aonde eu tava com a cabeça?” – realmente, muito burras...

Mas, como diz a frase, existe uma pessoa ideal pra cada pessoa no mundo. Então, não julgo ninguém. Só fico no meu canto observando e aprendendo aos poucos. É assim que se segue a vida né?!

“Mas tem mulher que é mais mulher do que eu sou homem“ – Rafael sendo sincero ele mesmo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vamos, admita!

Eu não fui lá por causa disso. Eu não fiz isso por causa daquilo. Eu não pude dizer pra ele o que eu queria por causa de tal motivo. Minha vida anda assim por isso, por aquilo. Blábláblás... Todo mundo arranja desculpas para as coisas que elas não querem realmente fazer. Ou arranjam desculpas que, elas mesmas fantasiam como motivos.

Eu sigo um lema bem simples e fácil de entender. É baseado nas desculpas que damos para certas coisas na vida: Se estiver doente, faça mesmo assim. Se estiver com outros problemas, faça mesmo assim. Se tiver outro compromisso, faça mesmo assim. Agora, se não quiser fazer, não faça.

Não arranje desculpas e não fantasie seus motivos. Não minta para si mesmo. Escuto de muita gente coisas que estão ficando até comuns. Coisas do tipo: “Tenho muita coisa pra fazer! Não me sobra tempo pra nada! Ando muito estressado!”. Sinceramente, tudo besteira. O pior, é que escuto coisas assim de pessoas que nem passaram dos 25 anos de idade. A maioria das pessoas que dizem isso tem a média de idade próxima da minha! 16, 17, 18 anos...

Elas arranjam desculpas para as próprias insatisfações. Julgando terem muito trabalho, muitos compromissos. Outra coisa que me chama a atenção, é que as mesmas pessoas seguem a idéia de tentar justificar seus atos. Atos frustrados. Quantas pessoas já pararam para pensar que, na vida, nada se justifica, mas tudo se explica?

“Ah, mas é que...” Mas é que nada. Se você não cumpriu, não cumpriu. Não existe uma real justificativa para os nossas frustradas ações. Responda simplesmente: “Não consegui e sem desculpas!”. Essa é uma boa resposta.

“Ah, mas ando estressada por que ando tendo muito trabalho e não tenho tempo para nada! Só estudo!”. Bem, essa frase quase todo mundo já disse um dia. Se alguém estuda e trabalha tanto, é por que possui algum objetivo, não?! E se tudo o que se sucede, gera o stress e o nervosismo, é por que essa pessoa escolheu o caminho errado. “Mas é que...” Mas é que nada. Tudo pode ser explicado, mas nada justificado.

Só depende de nós mesmos satisfazer nossas obrigações. E ficar criando mil desculpas, só vai gerar mais frustrações e mais blábláblás!

“Isso explica, mas não justifica.” – Sem desculpas, Mestre!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Coma suas Vontades.

Eu não sonho! Não que não sonhe, todo os seres humanos dormem e sonham, e quando não sonham dormindo sonham acordados. Não que eu nunca sonhe, na verdade, eu só prefiro comê-los na padaria. (rsrs). Eu evito sonhar, prefiro pensar de outra maneira.

Quando sonhamos, tiramos os pés do chão e mergulhamos em uma terra de príncipes encantados, donzelas indefesas. Vemos coisas que queremos e desejamos, como um carro esportivo luxuoso, pilhas e pilhas de dinheiros. Esses são sonhos fúteis, sim. Existem pessoas que sonham com uma casa própria, com um trabalho, com um amor sincero... Em minha opinião, são sonhos mais respeitáveis.
Eu evito sonhar e transformo os meus possíveis sonhos nas minhas vontades. Sonhos parecem estar distantes, mas minhas vontades estão nos meus sentidos, no meu querer, na minha alma. Querer e Vontade. Vontade e querer, quase sinônimos. Eu prefiro pensar nos meus desejos, que para mim são mais próximos, mais simples e mais sinceros. Eu tenho vontade de morar no meu canto, ter um motorista particular, ter meu local para trabalhar e treinar, casar, ter uma filha, ter minha coleção NERD particular. Tenho muitas vontades e de certa forma, já estou realizando parte das minhas vontades mais suaves. Minhas vontades mais intensas estão ainda por se realizar. Eu não sonho elas, vivo elas.

Eu prefiro ser a vontade das pessoas, o próprio desejo delas. Se eu acabasse sendo o sonho delas, seria apenas algo distante. Mas vontade é algo que se sente na pele. Algo que você procura saciar, algo que se torna um desejo, uma obrigação descontrolada de ser saciada.

É assim que eu penso nas coisas que quero, nos meus “sonhos”. Eu tenho vontades, e não sonhos. Sonho pra mim é melhor com Doce de Leite ou com Doce de Goiaba. Meus desejos eu vivencio todos os dias, no presente. Agente sonha o Passado, o Presente e o Futuro. Sonho é quase um quarto tempo. Algo que te faz parar por um período e te faz perder o que te circula.
Cada um vê como quer, cada um acredita como acredita. Eu como os sonhos, certas pessoas sonham os sonhos.

“Sonhos e vontades. Duas coisas? Uma dualidade Perfeita ou falta alguma coisa? Ou uma vontade é algo que vivenciamos e os sonhos... o sonho... Um sonho... “ – Subentendido é melhor, né Moça?!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Regra dos Três.

Não estou falando daquela velha maneira de se calcular alguma coisa, é uma outra regra que funciona de uma outra maneira. Existe tal filosofia que prega a regra dos três para tal coisa. Não sigo essa filosofia a risca, só filtro o que faz sentido para mim. A regra dos três que estou falando serve para ajudar a tomar decisões.

Na verdade, é uma regra engraçada. Diz que para fazer tal coisa, você precisa decidir no máximo em três segundos. Engraçado, não?! Tomar uma decisão que faz a diferença em apenas três segundo parece uma besteira, da à idéia de que tudo pode acabar dando errado. Eu vivo demorando a tomar certas decisões, sempre sou incerto do que quero.

Mas essa regra que eu comecei a aplicar para tal coisa até que me ajudou. Existe uma certa coragem para isso, é claro. Mas são esses três segundos que determinam se você realmente quer alguma coisa ou não. São três segundos que você se pergunta para si mesmo e se auto responde positivamente ou negativamente. Se for por falta de coragem, os três segundos servem para você não dar atenção ao seu medo. Se for por falta de certeza do que quer, a regra ajuda a você a ter o que quer. Muitas pessoas esquecem-se do que gostam, mas eu sempre soube da maioria das coisas que eu não gosto.

Em outras palavras, a regra dos três é um empurrão quase inconsciente que nossa mente nos dá na hora da verdade, na hora H. Aprendemos, a saber, do que queremos se usar ela. Não que sempre iremos decidir tudo em três segundos. Mas muitas coisas que vivenciamos necessitam apenas de três segundos para serem decididas. Um dia vai até ser uma eternidade esses três segundos.

“Ué? O que é aquilo? OoooOOOO!!! – Rafael agindo em três segundos.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Terapia para os ouvidos.

Cada pessoa se identifica com certo tipo de ritmo, música, etc. Cada pessoa encontra no som preferido uma sensação diferente, algo que cria desde uma euforia à uma harmonia. O som cria sensações no nosso corpo que vão além da audição, é quase uma questão espiritual.

Nos primórdios dos tempos, se criou o som. Em seguida, quando aprendemos a “criar” o som, demos ritmo ao som, e com esse ritmo se criou a melodia. A música se transformou com o tempo de maneira quase absurda. Hoje podemos criar uma infinidade de ritmos e sons diferentes.

Imagine a trajetória da música “contemporânea”, com os violões, tambores, até hoje com a música eletrônica. Lembra aquelas velhas canções sertanejas? Tônico e Tinoco, por exemplo? Veja como mudou a qualidade hoje da música sertaneja! Lembra daqueles velhos ritmos dos embalos dos sábados à noite? Compare com a música de hoje das danceterias!
Na verdade, não existe comparações. Cada um escuta e gosta do que gosta. Não podemos comparar músicas, cada uma é diferente da outra. Eu gosto muito de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Marilyn Manson, Slipknot, B.B. King, Eric Clapton, Martinho da Vila, The Crystal Method, músicas de meditação oriental.
Em outras palavras, tento ser o mais eclético possível. Acho que as pessoas precisam sempre buscar novos sons, novos ritmos. Até buscar os velhos ritmos, que muitas vezes nos impressionam. Experimente escutar uma sanfona, um batuque, um pandeiro, uma guitarra, um baixo, uma arpa, um...

Experimente colocar um ritmo na sua vida, ou experimente fazer sua vida virar uma melodia!

“A melhor melodia pra mim, é o som da voz feminina.” – Dita no ouvido então...